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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Não basta ser mãe. Tem que participar

Luísa está no 4º ano. Já não me lembro da matéria que eu tive no MEU  4º ano, mas, certamente,não tive que construir um esqueleto. Essa foi a parte divertida. Juntas, concluímos mais um projeto lançado. Construir um esqueleto! Este foi o nosso... 

Um esqueleto articulado em E.V.A.



Para dar uma graça e ficar menos fantasmagórico, uma purpurina :)
Porque estamos neste mundo é para brilhar, certo? rsrsrs


A verdade, é que o objetivo foi alcançado. A pimpolha tinha os nomes dos ossos na ponta da língua! 


quinta-feira, 15 de outubro de 2015

O Reiki veio até mim


O Universo conspira sempre a nosso favor. 

São pequenos sinais, ligeiros contratempos que nos fizeram mudar de direção à última hora, Sensações, dizeres... temos que estar atentos. Estão lá.

Há muito meu corpo (meu templo!) tem dado sinais que preciso mudar. Desde noites mal dormidas, insónias sem fim, dores articulares, contraturas musculares, queda acentuada de cabelo... enfim! Podia enumerar várias mudanças em mim que parecem gritar: Muda o estilo de vida!

Assim, veio da minha "prima-alternativa-saúde" a palavra: Reiki. 

-"O Reiki vem até ti"

Precisei de pouco tempo de pesquisa. Quase ao meu lado, um mestre pronto a iniciar um novo Workshop Nível 1 para uma nova turma. Fui! Não sabia para o quê. Fui de alma e mente abertas.

A experiência foi, no mínimo, intensa. Em breves palavras Reiki significa a comunhão da Energia Universal (Rei) com a nossa energia individual (Ki). Fazemos a sintonização no WS e ficamos sintonizados para a vida. 

Dependendo do grau de "cura" que cada um tem, a sintonização pode ter várias intensidades... e "efeitos colaterais" que vão atenuando com a nossa evolução. Claro que para mim, foi uma avalanche. Adoeci feio! Daquelas situações que médicos fizeram-me exames e a nenhuma conclusão chegaram... Mantive meu ritual diário: 21 dias de auto-tratamento. E estou no caminho. Para a tranquilidade, serenidade, dar e receber amor.
Namasté

Só por hoje:
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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Sou bicho de cidade


Verdade. Confesso... sou bicho de cidade. Mas que pena...

Sábado passado fomos ajudar duas amigas a apanhar nozes e castanhas na propriedade de uma delas.

De repente dei por mim a pensar:
- "como é que estão as nozes na natureza?" Nunca tinha visto... ahhhhh, pois é.
Ora bem... para apanhar nozes, o melhor é depois de um dia de grande ventania. Não foi o caso. Portanto: toca a abanar as nogueiras e esperar que caíssem as ditas. Essa frutinha amarelo/esverdeado na foto com a luva. Ao cair, abre e aparece a noz. Coberta de uma outra película. É encher baldes delas e depois levá-las para uma máquina para serem lavadas. Pomos a escorrer e, no fim, toca a carregar  mais baldes para um oleado para secar. Nunca mais reclamo do preço das nozes. Já sei o trabalho que isso dá!

As castanhas: ahhhhhh, as castanhas estão aos montes no chão. Da próxima, vou de botas ou galochas porque a técnica é esfregar o pé para abrir o ouriço (aiiiiii, que os picos ultrapassavam as sapatilhas de lado) e apanhar com as mãos - cuidado com os picos. OK!!! Também não refilo mais sobre o preço das castanhas!!! 


Um belo dia em harmonia com a natureza. Tropeçamos em vários cogumelos, mas aí foi a minha vez de por medo à minha filha: cogumelos??? Só no supermercado! 


sábado, 3 de outubro de 2015

Faltam 82 dias!


YEAHHHHH...
 faltam 82 dias para a minha época preferida do ano. 
Aqui em casa já se faz trabalhos manuais para a data... 
Felizzzzzzzz

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